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Novidades da Psicóloga

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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Quando a mãe esconde a mulher - Uma homenagem às mães




A maternidade é sem dúvida um dos eventos mais realizadores na vida de uma mulher. Ser mãe sempre foi e ainda é sonho e projeto de vida da maioria das mulheres. Poder gerar e trazer ao mundo um novo ser pode modificar por inteiro o foco e a rotina de vida da mulher e até mesmo torná-la uma pessoa diferente, e só mesmo quem já passou por essa experiência sabe avaliar o impacto desse acontecimento.
Durante a gestação já ocorrem modificações biológicas que influenciam na psique feminina, predispondo as mulheres a se sentirem mais maternais e menos fêmeas. Além disso, fatores culturais e tradicionais também contribuem para uma mudança emocional, que pode até influenciar na sexualidade, na visão de si mesmas, no trabalho e nos outros relacionamentos. Essa transformação, que acontece por um instinto de sobrevivência da raça humana, é necessária, pois ao nascer o bebê é frágil e dependente, necessitando da atenção e cuidados maternos quase em tempo integral.
Esse período de dedicação total deve ser curto, apenas algum tempo da gestação e o tempo de adaptação do pequeno ser à vida, entretanto algumas mulheres demonstram dificuldades para fazer a divisão entre o papel da mãe e o da mulher após o nascimento de um filho. Para elas, a maternidade torna-se o fato mais importante da vida, e deixam de lado os cuidados com o corpo, com a beleza e a sensualidade e até com a carreira profissional. Muitas vezes colocam a sexualidade em segundo plano, e quando são mães casadas ou em um relacionamento amoroso, essa atitude poderá gerar problemas para esse relacionamento.  Quando o pai é presente e compreensivo, será interessante que ele compreenda e participe desse momento, renunciando a algumas coisas para que todos possam ficar em harmonia, mas se a mãe demora muito a fazer essa passagem, é claro que começarão os desconfortos e algumas crises na relação.
Por outro lado sabemos que nos tempos de hoje, existem mulheres que passam por essa fase sozinhas, ou por livre escolha de serem mães independentes, ou por separação, e essas também podem, por um processo de defesa emocional, se enclausurarem mais ainda no papel de mamães, esquecendo-se das mulheres que são e que já eram antes da criança nascer. Nos dois casos e em quaisquer circunstâncias, é importante não perder o foco e não parar de se ver como mulher, pois os filhos, à medida que crescem vão ficando a cada dia mais independentes e o espaço que eles irão deixar, pode gerar um vazio na vida dessas mães. Alguns filhos, ao contrário, estabelecem uma relação de dependência, alimentada pelo próprio comportamento da mãe, e se em determinado momento de vida, ela resolve se abrir para um novo relacionamento, podem ter dificuldades para se adaptar a essa situação.
Embora a maternidade realmente exija muito da mulher e traga alegrias que são únicas, esta não deve ser um pretexto para que ela se esqueça de si mesma. Por isso, é importante que a mãe nunca deixe de se enxergar como mulher e como pessoa, investindo em si mesma, profissional e pessoalmente, cuidando-se e cuidando de seu relacionamento, motivando o pai  para que ele participe como pai e  valorizando o seu amor, que também foi o fato gerador da vida daquela criança.
É necessário que toda mulher possa compreender que ser uma boa mãe é algo que pode conviver harmoniosamente com fato dela querer ser mulher, ser profissional, cuidar de si e ter relacionamentos amorosos saudáveis. Assim, sabendo dividir os papéis de mulher e mãe, não correrá o risco de futuramente sofrer com a queda da autoestima e poderá manter-se atraente aos olhos dos outros e aos seus. Sentir-se bem consigo mesma, se permitir ser mãe e mulher, só trará reflexos positivos para si, para a relação com os filhos e com todos à sua volta.

Márcia Palis
11/05/2012


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Solidão... Por que meus relacionamentos não dão certo?


Você é daquelas pessoas que acreditam que seus relacionamentos nunca dão certo? Conheço vários homens e mulheres que fazem a mesma queixa. É verdade que estão sempre tentando e vez ou outra, aparecem com alguém, mas sabe-se lá por quê, logo estão sozinhos novamente e repetindo “ninguém me ama, ninguém me quer”. Geralmente não são feios ou chatos, são bonitos, gente boa, têm amigos, são inteligentes, mas algo não se completa.
Enquanto as  mulheres  justificam esse fato, dizendo que homens tem medo de mulheres bonitas, inteligentes e bem resolvidas, ou não querem mais saber de relacionamentos duradouros,  por outro lado, os homens sós também explicam que as mulheres não querem mais saber de homens que desejam relacionamentos sérios e preferem outros valores como sucesso financeiro, corpo malhado, entre outras coisas. 
Se você se identifica com essa situação, está na hora de parar e pensar. O que está acontecendo realmente em sua vida? Sei que homens e mulheres estão vivendo conflitos devido a tantas mudanças sociais e comportamentais que tem acontecido na contemporaneidade, mas não se podem reduzir essas situações a tais crenças limitantes.
Talvez a explicação esteja no fato das pessoas estarem querendo um relacionamento como solução e não como conseqüência. Trocando em miúdos, muitas  vezes se espera que um amor venha para resolver situações mal resolvidas como insegurança e falta de autoconfiança, quando na verdade, o amor só acontece quando estamos realmente bem resolvidos e tranqüilos. Vou dar um exemplo: Sabe quando você espera ansiosamente por alguma coisa e ela parece que não vai acontecer nunca? Aí você um dia se cansa de esperar, relaxa, e aparentemente se esquece daquilo. Digo aparentemente, por que o desejo continua em seu inconsciente, só que conscientemente você  decidiu que não vai mais ficar sofrendo por esse motivo. E aí, quando menos espera, o que você queria acontece, muitas vezes não da maneira que foi milhares de vezes planejada em sua mente, mas geralmente de uma forma muito melhor e mais adequada para sua situação naquele momento.
 Vamos agora pensar a respeito desta situação por outra vertente. Será que para se realizar, para ser feliz é mesmo necessário estar com alguém? Em nossa cultura, os seres humanos precisam se relacionar de alguma forma e alguém completamente só fatalmente irá ficar triste e adoecer, emocional e até fisicamente. Entretanto, existem várias formas de se relacionar, e a solidão total quase nunca está presente em nossas vidas, a não ser em alguns momentos, por escolha ou por dificuldades de relacionamento. Essas dificuldades podem ser passageiras ou se apresentarem como sintomas de alguns problemas emocionais, e nestes últimos casos, deverão ser tratadas clinicamente, mas em sua grande maioria são de fácil diagnóstico e resolução. Vista dessa forma, a solidão passa a ser um conceito relativo, pois pode ser apenas um estado, passageiro ou não, de alguém que gosta de independência e liberdade, sai com os amigos, viaja, só faz o que quer, mas continua ainda apegado à crença que só se pode estar bem quando se está em um relacionamento. Ou como diz a música do nosso Mestre Tom Jobim “E impossível ser feliz sozinho”. Mestre, com a devida licença, é possível sim!
E ainda existem aqueles casos de solidão a dois, quando uma ou duas pessoas  se enclausuram em um relacionamento falido apenas por falta de coragem de tentar novamente ou por também se apegarem a crenças como “ruim com ele(a), pior sem ele(a)”, ‘casamento é para toda vida”, ou ainda por não possuírem autoconfiança suficiente para enfrentarem uma separação. Também nessa situação se sentem sós e as relações acontecem apenas para os outros verem, já que a cumplicidade não mais existe.
Em muitos casos, dá para notar nos olhos e atitudes de alguns um certo desespero, um medo muito grande da solidão, que acaba por deixá-los cada vez mais carentes e menos espontâneos quando se trata de encontrar o amor. Parece que existe uma obrigatoriedade de ter um par, quando isso é uma coisa que deveria acontecer naturalmente.
Nota-se também nos dois sexos uma diferença nas atitudes que passam a ter quanto mais tempo dura essa busca: O homem aparentemente se torna mais descrente, mais cético em relação ao encontro de um verdadeiro amor, daí encontrarmos tantos solteirões convictos, mas que estão sempre na paquera. As mulheres geralmente possuem uma tendência a se sentirem mais ansiosas e inseguras quanto mais o tempo passa, muitas vezes se envolvendo em relacionamentos sem afinidade, que naturalmente não irão durar, ou mostrando-se disponíveis demais, o que pode gerar um desinteresse masculino, pois a conquista inicial acaba por  perder aquele mistério que dá sabor aos primeiros contatos.
Não é realmente fácil lidar com esses sentimentos, ainda mais que geralmente há um equívoco na interpretação de todas essas situações, já que a maioria prefere projetar no mundo, no outro sexo ou na sociedade, a explicação para estarem sós. Parece mais fácil buscar a solução do problema fora do que dentro de si mesmos e qualquer um de nós pode viver ou já vivenciou essa situação em algum momento de nossas vidas. Entretanto, quando conseguimos nos libertar dessas crenças e simplesmente olhar para dentro de nós mesmos, poderemos ver com mais clareza aquilo que efetivamente nos faz felizes. Podemos ter alegria em todas as situações, sozinhos ou acompanhados, o importante é aproveitar o que cada momento de nossas vidas nos trás de bom. É só olhar para si e acreditar nas suas qualidades, sintonizando-se com o que está vivendo no momento. Quando conseguimos esta leveza em nossas emoções, paramos de nos cobrar, conseguimos ficar mais felizes e abrimos portas para que o amor chegue até nós de forma natural e sem esforço, se este for o nosso verdadeiro objetivo. Aí experimentamos uma outra forma de felicidade.




sábado, 31 de dezembro de 2011

Amando de novo no Ano Novo



Todo final de ano ela volta, a Dona Esperança. Vai aparecendo de mansinho lá para o mês de novembro, vem chegando como quem não quer nada, em meio à correria e trabalhos que antecedem as festas de Natal e passagem de ano. Por mais que se diga que é apenas uma superstição, não tem jeito. O sonho de dias melhores e novas realizações sempre chega aos corações quando vai mudar o ano. E a esperança mais sonhada, o projeto mais querido é sempre encontrar um novo amor, namorar, casar ou então renovar aquele amor que já parece meio gasto, rotineiro. Junto com projetos e promessas de sucesso e prosperidade, de mudanças, de uma dieta ou a matrícula da academia sempre adiadas, lá está ele, o sonho de amar e ser amada(o) de verdade, a esperança de viver “aquele” amor.
Para alguns isso parece tão distante que o desejo passa assim como uma nuvem nesses dias corridos. Para outros não. E tome simpatias, promessas, projetos de mudanças, e juram que vão emagrecer, que vão sair mais, que vão prestar mais atenção às pessoas ao seu redor, e que se Deus ajudar, se o Universo permitir, “ELE”, o amor tão sonhado vai acontecer finalmente.
O Ano Novo chega, com sua festas, fogos de artifício, comemorações, roupas brancas ( as íntimas, rosas e vermelhas, claro, sem contar os patuás). Os homens dizem que isso é coisa de mulheres, mas bem que alguns deles também se rendem às simpatias de final de ano e aqueles que estão sozinhos lá no fundinho também anseiam por encontrar a metade da sua laranja, a sua alma gêmea, o seu parzinho. E daí os dias passam , os meses vão embora e nada acontece. Por que será que os pedidos não foram atendidos?
Encontrar ou viver um grande amor é possível. E pode acontecer realmente nesse ano, em 2012, ou a qualquer momento. Mas não esperem que isso ocorra assim do nada. Ser notado no meio da multidão, ser amado, é sempre consequência de outras ações de amor. A primeira delas é o amor que dirigimos a nós mesmos. É nossa auto-valorização, é amarmos a nós próprios e termos a certeza de que merecemos o amor. A segunda é abrirmos os nossos corações e dividirmos esse amor incondicionalmente. É demonstrar empatia e carinho pelas outras pessoas. É cultivar o bom humor e saber aceitar tanto as situações alegres quanto as adversas, o famoso “savoir vivre”.
No primeiro dia do ano, exprima seu desejo da forma que achar melhor, e depois pratique ao longo do ano essas duas ações de amor: o amor por si próprio, e o amor aos outros. Depois espere com calma para ver o que acontece. Quem se ama e distribui amor, fatalmente atrai amor. É a lei. Feliz Ano Novo amando de novo e recebendo todo o amor que quer e merece, agora pra valer!

sábado, 12 de novembro de 2011

Falta muito pouco...ela já está nascendo!

Eu, Márcia Palis, e toda a equipe CAS, estamos extremamente felizes pelo grande passo e evolução de nossos trabalhos realizados durante todo esse ano de 2011, em que  grandes realizações tem coroado nossos esforços para cada vez mais servir com grande exíto.
A loja CAS é a prova de que todo empreendimento  executado com firmeza, amor, dedicação e trabalho, rende frutos maravilhosos na grande colheita da vida.
Agradeço a todos que compartilham desse lançamento: Muito obrigada a vocês, que visitam nosso blog e acompanham diariamente as novidades e o nosso empenho, aos nossos parceiros, aos profissionais que criam todo esse cenário de beleza e designer, aos amigos de sempre e aos que chegam, aos visitantes, e acima de tudo agradeço pelo carinho e atenção que Deus concedeu ao nosso projeto.
Estou feliz e compartilho com todos, nosso mais novo sucesso.
Bem vinda, Loja CAS!
Um beijo da sua amiga, psicóloga e consultora.
Márcia Palis.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Ela está chegando!


EM BREVE LANÇAMENTO DA LOJA CAS VIRTUAL

Estamos em fase de conclusão da Loja CAS,  que vem para agregar o sucesso da Drª Márcia Palis,  junto a sua equipe de profissionais que incorporam a Equipe CAS. Vários produtos serão apresentados e ficarão a disposição e consumo de nossos clientes e nossos visitantes.

EM BREVE...AGUARDEM!


domingo, 3 de julho de 2011

Paixão, amor ou carência?


O mundo parece mais colorido. Seu coração bate mais forte. Há um brilho novo em seu olhar e um enorme sorriso em seu rosto. Suas emoções estão à flor da pele. Você se sente feliz e louco ao mesmo tempo, mas não sabe dizer se o que está acontecendo é Amor ou Paixão. Como entender e diferenciar esses sentimentos? Como saber se essa emoção vai se transformar em amor, ou se é apenas fruto de carência ou solidão momentânea? Geralmente, a paixão ocorre primeiro que o amor. Se ela nasce da carência ou se tem bases mais sólidas e evoluirá para um sentimento de amor verdadeiro, só com o tempo você saberá.

Em alguma esquina do mundo, em um barzinho, no seu trabalho, na faculdade ou em algum site de relacionamentos da internet, vocês se encontram. Conversam, trocam idéias, e sem que perceba, quando menos espera, aquele sentimento já tomou conta de você. Mas como podemos definir paixão? Um sentimento muito especial. Contraditório, forte e frágil, eterno enquanto dure, como dizia o poeta. A paixão simplesmente acontece! E nos deixa vulneráveis e indefesos. Tão intensa, tão gostosa de sentir, que quem está apaixonado, tem certeza que é amor. É uma sensação maravilhosa, a felicidade fica explícita e nos transpõe, o mundo se transforma e tudo parece possível e alcançável. Como fenômeno inconsciente, sabe-se que as pessoas buscam na paixão a realização de um desejo não realizado, uma situação desconhecida, evocada num passado distante e muitas vezes negado, mas para quem está apaixonado, não importam as explicações, o sentimento é único.

Quem já sentiu não quer deixar de sentir, porém a paixão é efêmera, dura pouco. Parece magia e é um sentimento mágico, mas acaba rápido. Os aspectos negativos aparecem quando, ao findar da mágica, só resta a sensação de um sentimento que não se renova, no momento que temos a exata medida da verdade do amor cego, que era muito bonito, mas que quando se torna real, não consegue vislumbrar nenhum atrativo. No amor, entretanto, podemos ver o ser amado como ele é realmente e transcender as diferenças e as dificuldades. A paixão, ao contrário do amor, vive intensamente por um período muito curto e a estabilização do amor só acontece na medida em que os amantes passam a ter uma visão real da verdade do outro.

Amor e paixão são sentimentos diferentes se definirmos amor como um interesse sincero por uma outra pessoa e paixão como um forte desejo que pretendemos satisfazer. Somente a maturidade do envolvimento afetivo consegue suportar a frustração de não ver no outro aquela perfeição ambulante , pois o amor, diferentemente da paixão, tem a possibilidade da transformação e se renova quando é cuidado, resgatando sempre o sentimento que possa manter o relacionamento como uma mistura de afeto e desejo.Todos queremos viver um grande amor e se ele se inicia com a paixão, melhor ainda. São preciosos os relacionamentos que começam com uma grande paixão, progridem lentamente e se solidificam, transformando-se gradativamente em amor.

domingo, 24 de abril de 2011

Dicas para o primeiro encontro

Passada a etapa da paquera inicial, vem o primeiro encontro, e por mais experiência que se tenha, sempre dá aquele friozinho na barriga. Dúvidas se acumulam: O que eu vou dizer, o que vou vestir, será que vou agradar? Não pensem que essa angústia e insegurança é privilégio das mulheres pois os homens também se sentem ansiosos nessa ocasião.
Faz parte da etiqueta amorosa que na maioria das vezes o homem convide, mas após o convite, se ele pedir, a mulher também pode sugerir o local para se encontrarem.
O que vestir é muito pessoal, e cada um deve usar a roupa com que se sente bem, sensual e elegante na medida certa. Se você tentar mudar seu estilo, poderá sentir-se pouco à vontade.
Não existem receitas de comportamento para o primeiro encontro, mas algumas dicas são sempre importantes para que tudo dê certo. Pra começar, é bom fazer uma retrospectiva dos contatos anteriores e lembrar se os objetivos dos dois parecem ser os mesmos, isto é, se por exemplo você quer ficar e ele ou ela quer namorar, ou o contrário, já vai acontecer um desencontro e alguém irá se decepcionar. É claro que isso às vezes fica meio obscuro, e daí você tem três opções: Paga pra ver, tenta mudar esse jogo, ou desiste. Na maioria das vezes pagamos pra ver, e isso é o mais interessante, por que desistir sem tentar causa uma sensação muito ruim de frustração e impotência. A verdade é que em relacionamentos não existem certezas absolutas e o gostoso mesmo é que haja uma certa imprevisibilidade, o que dará um sabor melhor à conquista.
Ainda antes do encontro, verifique como anda o nível de sua autoestima, e se estiver baixo, dê um jeito de elevá-lo, pois isso é primordial para que tudo saia bem. A autoestima é pré-requisito de segurança e autoconfiança, o que despertará no outro a vontade de estar junto de você. Além disso, quando estamos bem conosco, ficamos com um certo ar de sensualidade e mistério, que instiga o desejo da descoberta e pode ser uma abertura para novos contatos.
Nos primeiros encontros uma regrinha é sempre interessante para ser lembrada. Temos dois ouvidos e uma boca, portanto ouvir é bem melhor que falar. Isso não significa emudecer, mas a pessoa que sabe ouvir é sempre mais valorizada. Quando falar, é bom deixar a conversa fluir espontaneamente, não demonstrando ansiedade, e nem buscando assuntos que não interessam, como por exemplo relacionamentos anteriores, problemas financeiros ou fatos domésticos. Geralmente os dois estarão querendo se conhecer melhor, e irão falar de si, do seu jeito de ser, do seu trabalho, de seus gostos, projetos e desejos. Nessa ocasião seja leve, deixe tudo acontecer naturalmente, não se preocupe muito com a sequência do que disser, mas com a energia que está transmitindo e recebendo. Procure deixar seus problemas em casa, pois este primeiro momento não é adequado para queixas e lamentações, nem para falar de sua rotina doméstica. É bom lembrar também que uma pessoa bem informada e com conteúdo é muito mais interessante. Assim vocês poderão trocar idéias e informações, além de carícias e beijos. Acima de tudo, seja uma pessoa autêntica. Não adianta tentar ser quem não é somente para agradar. Quem tiver que gostar de você, tem que gostar do jeito que você é.
Se vai rolar sexo ou não, depende muito do clima e da química, porém ainda não é hora de entregar todos os sentimentos e uma carência demasiada pode assustar o outro. Se acontecer, vá para gostar, demonstrando receptividade, atenção e carinho, mas deixe um pouco de mistério no ar, afinal vocês ainda estão se conhecendo. Se ainda se sente em dúvida, melhor esperar mais um pouco.
Bom humor é fundamental. Não é preciso contar piadas o tempo todo, mas espontaneidade e descontração na medida certa é a receita que dá gosto de “quero mais”. Afinal, ninguém resiste a uma pessoa gostosa, poderosa e feliz.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Mensagem de Gratidão 22/02/2011


Hoje acordei alegre por estar comemorando mais um aniversário.
Sinto-me muito feliz por ter uma família linda, amigos do coração, um trabalho que amo e me dá a oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas do Brasil e do mundo.
Ao longo do dia, recebi presentes, mensagens e tantas vibrações afetuosas, que me encontro agora iluminada e plena de amorosidade.
O melhor presente que se pode ganhar é a VIDA, e é por isso que resolvi escrever essa mensagem de agradecimento.
Agradeço primeiramente a Deus, que me concedeu a oportunidade dessa existência de AMOR, trabalho, alegria e aprendizado e que me mostra todos os dias o sentido das coisas mais verdadeiras.
E agradeço a alguns ANJOS que Deus colocou em meu caminho, para tornar mais linda e edificante essa minha trajetória.
Agradeço aos meus pais, que me proporcionaram vida, educação, cultura e valores preciosos, além de uma família, que é a base de tudo o que tenho.
Agradeço às minhas duas filhas, que são meus presentes do Céu vindas para a Terra, minhas amigas mais queridas, meus tesouros e minhas flores mais belas.
Meu beijo a um ANJO MUITO ESPECIAL que amo, e é o responsável por uma nova Márcia, que nasceu no ano passado e comemora um aninho nesta data.
Meu beijo aos amigos e parceiros de trabalho, principalmente os que fazem parte do grupo CAS, e a todos os colaboradores desta página.
E finalmente, minha gratidão e meu abraço a todos aqueles que acompanham e admiram o nosso trabalho, expressando o seu carinho em mensagens cheias de afeto. São vocês que norteiam meu caminho profissional e é para vocês que escrevo e produzo, falando com prazer desse sentimento que é a fonte de todas as coisas, o AMOR.
Obrigada por tudo, PARABÉNS a vocês, que me dão muita felicidade e me trazem tanta luz todos os dias e principalmente nesse dia, em que comemoro a minha chegada ao mundo!

OBRIGADA! TODO O MEU AMOR PARA VOCÊS!

Márcia Palis

domingo, 28 de novembro de 2010

A melhor idade para amar







Será que existe uma idade certa para viver uma história de amor? Quantas pessoas não se permitem vivenciar esse sentimento por acharem que é cedo ou tarde demais, por priorizarem outras coisas em suas vidas como trabalho, carreira, estudo ou diplomas? Quantos não deixam de viver um grande amor, por acharem que já passaram ou ainda não estão na idade certa?
Vamos refletir juntos: Seria a melhor idade a adolescência? Talvez sim, pois é a fase de descobertas de si mesmo, de suas emoções e de seu corpo, o momento em que se sai do contexto familiar para o aprendizado da relação com o outro. Entretanto, talvez não seja o momento certo, pois a inexperiência pode levar a desencontros e decepções.
Então, que tal aquela idade entre 20 e 30 anos, quando ainda se é jovem, mas já existe uma maturidade e uma relativa experiência de vida, que irá permitir maior seletividade nos relacionamentos? Mas esta é também a idade de maior produção intelectual e maior energia para se investir nos estudos e carreira, e não se deve perder um segundo, já que a vida passa tão depressa e o mercado de trabalho exige cada vez mais dedicação e tempo.
Seria a melhor hora após os 30 ou 40, quando supostamente o tempo e a dedicação terão proporcionado uma carreira bem sucedida e um equilíbrio financeiro? Talvez, mas muita gente nesse momento já pensa que amor e romantismo são coisas da adolescência e podem se sentir ridículos com os sobressaltos e pieguices do amor romântico.
E depois dos 50 ou 60 então? Ah, aí muitos se sentem velhos demais e não se acham nem no direito de pensar em ter tal sentimento! Podem até ter vontade, mas geralmente sabotam essa vontade, por estarem presos a padrões que aprenderam um dia, como aquele que diz que após os 50, temos somente a capacidade de sermos tios e avós.
Vocês podem até achar que estou exagerando, mas a cada dia me deparo com mais pessoas que pensam dessa maneira em todas as faixas etárias. E o que se nota na verdade, é que todas estas justificativas escondem mesmo é um grande medo de amar. Conheço muitas pessoas que vivem uma vida mais ou menos, namoram mais ou menos, amam mais ou menos, casam mais ou menos, se relacionam mais ou menos, simplesmente por medo de se entregar, por medo de sofrer. Deixam assim de viver experiências deliciosas simplesmente por que acreditam que é melhor não se arriscarem.
Não há uma melhor idade para amar. Não existe um tempo certo para viver um amor romântico. Pode-se ter 15, 20, 30. 40, 50, 60, 70, 80. A capacidade do ser humano de amar e viver suas emoções não tem relação com a idade. Em qualquer momento da vida o amor pode aparecer. É só abrir o coração e acreditar em sua capacidade amorosa. É só sentir a plenitude de suas emoções e esperar. Sempre poderá surgir alguém em sintonia com seus sentimentos, se você realmente acreditar que isso é possível e que merece ter amor em sua vida. Cada idade tem seu jeito de amar, mas o sentimento se torna maravilhoso e profundo se você se despir dos preconceitos e deixar o amor acontecer naturalmente.

Marcia Palis



terça-feira, 12 de outubro de 2010

Aprendendo a sensualidade para driblar a solidão




Porque estou só? A todo o momento, em todo o mundo pessoas se fazem essa pergunta, que vem acompanhada de angústia e sentimento de frustração. A solidão é um sintoma dos tempos modernos, em que a conquista da independência e a profissionalização tornaram-se prioridades para a maioria, porém o ser humano tem necessidade de se relacionar, e principalmente sente falta de ter um amor, um par, alguém para dar e receber afeto.
Muitas mulheres acham que o fenômeno da solidão moderna acontece somente com o sexo feminino, mas há também inúmeros casos de homens que não conseguem ter um relacionamento estável e sofrem por não ter alguém especial. A bem da verdade, estatísticas revelam que no mundo existem mais pessoas do sexo feminino que do masculino, mas à luz do estudo do comportamento humano, não são esses números que levam à solidão. E existe ainda um ponto a considerar: Muitos, homens ou mulheres, mesmo casados ou tendo um relacionamento estável sofrem do que chamamos “solidão a dois”, isto é, estão acompanhados, mas se sentem solitários.
Já reparou que existem pessoas que estão sempre namorando, ou que nunca parecem se sentir sozinhas? Já se perguntou o que elas possuem de diferente? Muitas não são modelos de beleza, mas o que se nota é que atraem sempre os olhares e a atenção das outras pessoas. O que elas têm de especial é que se gostam e aprenderam a usar os seus atributos para se tornarem sensuais e sedutoras. E pra quem já se cansou de ouvir que auto-estima é o caminho para a conquista de um amor, saiba que o caminho é esse mesmo. Primeiro, apaixonar-se por si mesmas, depois, aprender a desenvolver as características que as tornarão mais sensuais e sedutoras, e finalmente tornarem-se as pessoas atraentes que sempre quiseram ser e conquistar os parceiros que tanto desejam.
Alguns confundem sensualidade e poder de sedução com erotismo, e isso é algo que deve ser desmitificado. Outros acreditam que precisam ficar fazendo caras e bocas ou imitar alguém que acham sexy, mas a verdadeira sensualidade é natural e deve sempre ser uma característica própria. Ninguém fica sensual imitando outros, e não é necessário ser vulgar para ser sensual. A verdadeira sensualidade é a capacidade de se estar em harmonia com seu corpo e suas emoções e conseguir transmitir essa mensagem sem palavras às outras pessoas. Após melhorar a auto-estima, e aprender a usar a sensualidade, tudo o que é preciso para encontrar alguém especial é saber muito bem que tipo de amor ou pessoa se quer atrair e aguardar, pois quando sabemos com certeza e temos segurança daquilo que queremos, todo o Universo se move na mesma direção para atender ao nosso desejo.





ENCONTRO

ENCONTRO

Eu sou um ser muito humano que acredita na força das relações entre os seres humanos, principalmente na força dessa grande energia que se chama AMOR.

Aprendemos a ler, a escrever, a falar outras línguas, a descrever eventos históricos. Por que não nos ensinam a nos relacionar com os outros?

Por que não aprendemos sobre esse ser único, maravilhoso e perfeito que é o “Eu”? E a partir desse conhecimento, por que não estabelecemos relações mais construtivas com as outras pessoas?

Ninguém sai ileso de um encontro com outra pessoa. E o que determina a qualidade deste encontro? Tão misteriosas, complexas e imprevisíveis são as relações entre os seres humanos, que se tenta explicá-las falando de destino, vidas passadas, afinidades, identificação. Poderíamos falar também de mágica ou talvez até de uma química corporal.

Creio que relações entre pessoas são determinadas por todos esses fatores, mas cada um pode torná-las mais ricas e proveitosas através da experiência plena que é a troca.

Por isso acredito no sorriso, no abraço, na alegria... E dedico este blog a você, de qualquer idade, sexo, país ou crença, que nas suas relações com pessoas, seja candidato a encontros humanos profundos e verdadeiros.

Beijos

Márcia

Em projeto e marcando agenda...Aguardem!

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